FILME MAIS CARO RODADO NA AMAZÔNIA ABRIRÁ FESTIVAL DE CINEMA DO RIO, EM SETEMBRO
"Amazônia - Planeta
Verde", uma coprodução milionária entre Brasil e França em 3D, será o
filme de abertura do Festival de Cinema do Rio, que começa em 26 de setembro. O
longa de ficção dirigido pelo francês Thierry Ragobert ("O Planeta
Branco") custou cerca de R$ 37 milhões e conta a história de um macaco
prego que precisa sobreviver na floresta amazônica após um acidente de avião.
O filme, rodado
inteiramente em 3D na Amazônia, é a mais cara produção a tomar forma na região,
reunindo uma equipe de mais de 180 pessoas e filmagens divididas ao longo de
três anos sob a coordenação da produtora brasileira Gullane e da francesa
Biloba. "O mundo inteiro veio à Amazônia filmar e queríamos fazer algo
brasileiro, mas, ao mesmo tempo, temos um DNA internacional e um interesse pela
coprodução", conta o produtor Fabiano Gullane, que começou a trabalhar no
projeto em 2008 com o colega francês Stephane Milliere, autor da ideia sobre um
macaquinho da cidade perdido na floresta.
"Não é um
documentário, mas os franceses têm um background bacana em fazer trabalhos de
pesquisa e capturar imagens lindas da natureza. Mas temos também uma
preocupação com o drama", conta Gullane, que chamou o fotógrafo Araquém
Alcântara para ser o consultor do filme e Luiz Bolognesi ("O Bicho de Sete
Cabeças") para lapidar o roteiro dos franceses Johanne Bernard, Louis-Paul
Desanges e Luc Marescot.
"Amazônia - Planeta
Verde" fecha o Festival de Veneza, no dia 8 de setembro, parte para
Toronto, onde será apresentado principalmente para o mercado americano --a
produção já está vendida para mais de 30 países-- e assume a abertura do
Festival do Rio, uma estratégia pensada pela produção, encarada como um
filme-evento grandioso para estrear nas férias. "Ainda estamos decidindo
se será em dezembro ou janeiro", conta Gullane.
Fonte/Foto:
folha.uol.com.br/Divulgação


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