CRISE DEIXA 13 MUNICÍPIOS DO INTERIOR EM SITUAÇÃO DE EMERGÊNCIA NO AMAZONAS

Nova Olinda do Norte
Prefeitos alegam dívidas, problemas nas áreas de saúde, educação, infraestrutura, iluminação pública e abastecimento de água.
Em menos de um mês, 13 municípios decretaram situação de emergência no Amazonas. São eles: Coari, Novo Airão, Tefé, Nova Olinda do Norte, Maués, Rio Preto da Eva, Beruri, Parintins, Benjamin Constant, Ipixuna, Envira, Itacoatiara e Uarini, prefeitos afirmam que a “má administração” das gestões anteriores prejudicam a aplicação e controle de contas municipais.  Os gestores alegam problemas nos sistemas de saúde, educação, falta de infraestrutura, iluminação pública, abastecimento de água e dívidas municipais.
O presidente da Associação Amazonense de Municípios (AAM), Jair Souto, atribui os problemas sofridos no interior do Estado a outro fator. Para ele, o grande pano de fundo que hoje transparece nas cidades é a crise econômica que assolou o País em 2012. “Evidentemente que algumas situações são resultado de má gestão, mas a crise econômica gerou as dívidas dos municípios e, consequentemente, os problemas em setores básicos”, afirma.
Para solucionar o estado emergencial, a AAM orienta os prefeitos a avaliar internamento as prioridades e tomar decisões emergenciais para não deixar de prestar os serviços essenciais, como saúde e educação. A orientação é de os colegas pensem planejem com calma e prudência para superar o momento. “É difícil ser prefeito no interior. Há muitos problemas e poucos recursos”, comentou Jair Souto, que foi prefeito de Manaquiri por oito anos. “De qualquer forma, a reestruturação dos municípios devem ser feitas, porque os prefeitos foram eleitos para isso. Devemos pensar que é a sociedade quem paga, e não o antigo ou atual prefeitos”, completa.
Fonte/Foto: portalamazonia.com.br/Chico Batata - Argecom

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