| Agência internacional de risco S&P |
| Stan Honda/AFP |
A decisão da agência de classificação de risco S&P de elevar a perspectiva da nota de crédito do Brasil de "estável" para "positiva" repercutiu e gerou otimismo no mercado financeiro e no governo Lula. Segundo o Ministério da Fazenda, uma classificação positiva da perspectiva do país não ocorria desde 2019.
O colunista José Paulo Kupfer vê a notícia com otimismo, mas cautela. Para ele, a decisão, que mostra confiança nos rumos da política econômica, não deve ser confundida com uma "validação" automática.
Já José Roberto de Toledo vê a melhora da nota como um dos ingredientes que ajudam a pressionar o Banco Central independente a derrubar os juros, como deseja o governo, na tentativa de destravar a atividade econômica.
Por sua vez, Reinaldo Azevedo vê, na decisão da S&P, uma prova de que o pessimismo dos críticos da gestão econômica do governo é exagerado.
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