LIFE/STYLE | FÃ OU HATER? RELAÇÕES AMBIVALENTES SÃO TÓXICAS

 

Costumamos chamar de frenemies (uma mistura de amigo e inimigo, tipo um ‘amigo da onça’) os supostos amigos que às vezes nos ajudam e às vezes nos machucam
Foto: Pixabay/sweetlouise
Editor Marcia Pezenti
Marcia Pezenti
marcia.pezenti@estadao.com

Fã ou hater? Estudos indicam que relações ambivalentes são as mais tóxicas
 

Bom dia!

É comum pensarmos em relacionamentos de maneira polarizada. Ou gostamos, ou não gostamos, de uma determinada pessoa. Mas, e quando essa relação mistura o positivo e o negativo? Esses perfis são conhecidos como frenemies em inglês - uma mescla de amigo e inimigo, o vulgo "amigo da onça". Estudos sugerem que essas relações ambivalentes são as mais tóxicas. Até mais do que as, de fato, negativas.
As razões são difíceis de entender, mas a mais intuitiva passa pela imprevisibilidade. As interações que, ora servem para ajudar e ora nos machucam, são um alerta para repensar relações, e identificar quando elas passam do limite e tornam-se abusivas. Nesses casos, a chave para equilibrar e manter convívios mais saudáveis é a sinceridade. 
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Geração Z já nasceu tiktoker

Quem disse que é preciso milhões de seguidores nas redes sociais para ser um influencer digital? Para os jovens nascidos entre 1997 e 2012, produzir vídeos sobre o cotidiano é algo comum e corriqueiro, afinal, eles têm um talento natural para isso - caso de Ngozi Oka, de 21 anos (foto acima).
Neste universo onde a quantidade de seguidores não é o mais importante, empresas aproveitam para divulgar suas marcas, enquanto a Geração Z foca em parcerias e em propagação de ideias, de olho naquele dinheirinho extra.
E você, já pensou em "embarcar" nessa aventura digital? Conte para gente. 
 
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