Por trás do brilho - e dos bilhões - das inteligências artificiais, está uma legião de trabalhadores invisíveis que ensinam as máquinas a enxergar o mundo como alguém de carne e osso. São os turkers ou microtrabalhadores. Recrutados em países como Brasil e Índia por grandes empresas de tecnologia, eles passam horas realizando tarefas repetitivas e por vezes insalubres para tornar as IAs cada vez mais inteligentes. O UOL conversou com algumas dessas pessoas para conhecer um pouco mais da rotina sem glamour dessas espécies de babás humanas das inteligências artificiais. É o caso de Júlio Krammer, 40 anos, que sobrevive do microtrabalho desde 2016. Ele diz que boas tarefas pagam US$ 3 a hora e que uma semana é muito boa se ele consegue juntar US$ 200 em uma semana. LEIA A MATÉRIA COMPLETA NO UOL PRIME Reportagem de Daniel Darós
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