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| | | Cenário global é negativo por todos os lados. Mesmo assim, mercado resiste e ensaia uma sexta-feira gorda. |
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| | | Por Alexandre Versignassi e Camila Barros |
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| | Os futuros do S&P 500 começam o dia subindo quase 1%. Na Europa, as bolsas chegaram à hora do almoço em 1,5% (pelo índice Euro Stoxx). O petróleo também sobe ao norte dos 1%. Em condições normais de temperatura e pressão, altas do Brent deprimem as bolsas, mas não estamos em condições normais. EUA e Europa enfrentam um combo perigoso: juros com viés de alta a perder de vista (ou seja, até que a inflação saia dos quase 10% atuais para 2%) mais os temores de uma grande recessão pela frente. Ontem, o Banco Central Europeu deu o seu recado, subindo os juros em 0,75% – a maior alta desde 1999, quando o euro ainda era um bebê. Jerome Powell, presidente do Fed, o BC americano, também reforçou ontem seu compromisso com a meta de 2%, um assunto que até outro dia era solenemente jogado para baixo do tapete. Na real, o que acontece por enquanto é uma quicada de bola. Desde o início do ano, S&P 500 e Euro Stoxx caíram 16%. E o petróleo tinha voltado aos preços de janeiro, pré-guerra da Ucrânia, abaixo de US$ 90. No dia a dia do mercado sempre há alguma mola no fundo do poço, porém. Sempre há investidores fazendo um fezinha com a ideia de que é melhor aproveitar as baixas e ir às compras – o que levanta os índices momentaneamente. Mas o panorama amplo segue deprimido. Por aqui, às 9h sai o IPCA de agosto. A expectativa é de uma nova deflação (após os -0,68 de julho). As apostas miram uma queda de 0,40%, capitaneada pelas baixas nos combustíveis, mas com altas ainda persistentes nos demais setores – o que pressiona pela manutenção das altas nos juros por mais tempo do que se imaginava. Bons negócios |
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| | • Futuros S&P 500: 0,92% • Futuros Dow: 1,17% • Futuros Nasdaq: 0,82% *às 8h08 |
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| | • Índice europeu (EuroStoxx 50): 1,80% • Bolsa de Londres (FTSE 100): 1,67% • Bolsa de Frankfurt (Dax): 1,47% • Bolsa de Paris (CAC): 1,70% *às 8h07 |
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| | • Índice chinês CSI 300 (Xangai e Shenzhen): 1,39% • Bolsa de Tóquio (Nikkei): 0,53% • Hong Kong (Hang Seng): 2,69% |
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| | • Brent: 2,01%, a US$ 90,94• Minério de ferro: 1,79%, a US$ 102,20 a tonelada na bolsa de Cingapura *às 8h05 |
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| | Cade vai investigar Petrobras Até o ano passado, a Petrobras operava todas as refinarias do Brasil. Em respeito a um acordo assinado com o Cade em 2019, que determinava a venda de parte das unidades para a iniciativa privada, algumas refinarias – entre a RLAM, na Bahia, a SIX, no Paraná, e a REMAN, no Amazonas – foram vendidas ao longo de 2021. Ato contínuo, as empresas compradoras começaram a reclamar dos preços cobrados pela estatal. Nesta semana, o Cade decidiu investigar se a Petrobras está favorecendo unidades próprias e vendendo petróleo mais caro para as refinarias privadas. Procurada pela Folha, a Petrobras disse algo na linha “não devo, não temo”, e se colocou à disposição para apresentar os dados ao Cade. |
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| | Compensação de carbono que não compensa nada A ideia por trás das compensações de carbono é a seguinte: empresas que querem reduzir sua pegada de carbono custeiam projetos verdes (como um parque eólico ou uma fazenda orgânica, por exemplo) que, sem financiamento externo, não conseguiriam se manter financeiramente. Aí elas podem continuar em paz com seus negócios poluentes, sob a justificativa de que estão ajudando a reduzir as emissões em outras áreas. Essa é a teoria. Na prática, não é bem o que acontece. O Wall Street Journal conta que algumas empresas compram esses créditos de projetos verdes já auto suficientes financeiramente – e, portanto, não compensando em nada suas emissões. Cortes no Farmácia Popular Por causa do teto de gastos, as despesas do governo não podem aumentar de ano para ano – o valor disponível no Orçamento só é ajustado de acordo com a inflação do ano anterior. Por isso, para aumentar as verbas de uma área, só tirando de outra. Para o orçamento de 2023, o governo achou razoável tirar recursos do programa Farmácia Popular, que atende mais de 21 milhões de pessoas, para garantir mais espaço para verbas parlamentares do tal “orçamento secreto”. O benefício foi cortado em 59%, enquanto as emendas parlamentares incluídas no orçamento da saúde cresceram 22%. O Estadão conta a história aqui. |
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