Bom dia! Os índices futuros de ações apontam para uma terça-feira tranquila. A calmaria vem após quedas de mais de 2% nas bolsas americanas, fruto de uma precaução pelo que está por vir no restante da semana. Na sexta de manhã, o governo americano divulga o PCE (índice de despesas com consumo pessoal, na sigla em inglês) de julho. O indicador é a medida favorita de inflação do Fed, o banco central americano. E, também no início de sexta, o presidente do Fed, Jerome Powell, irá discursar no simpósio anual que a autoridade promove em Jackson Hole, em Wyoming, nos EUA. A expectativa é que Powell comente os dados do PCE de julho e dê dicas de qual caminho os juros americanos deve seguir. Com medo que a inflação não desacelere e que o Fed continue linha-dura contra a alta de preços, indicando juros mais altos por mais tempo, investidores dão preferência para outros ativos, que não ações. Por isso a queda dos índices americanos ontem, que afetou o Ibovespa por aqui (-0,89%). Falando de Brasil, investidores esperam uma desaceleração no IPCA-15 amanhã. O índice trará o comportamento dos preços da primeira quinzena de agosto, após as quedas no preço da gasolina e do diesel vendidos pela Petrobras. Economistas consultados pela Refinitiv esperam uma desaceleração de 0,81% na comparação mensal, após alta de 0,13% em julho, o que levaria a soma dos últimos 12 meses para 9,50%, de 11,39% anteriormente. PMIs na Europa têm novas quedas O levantamento PMI (sigla em inglês para Índice dos Gerentes de Compras) da S&P Global na Europa aponta retração na atividade da região pelo terceiro mês seguido. O PMI composto (que soma os dados de indústria e serviços) da Zona do Euro caiu de 49,9 para 49,2 pontos, menor nível em 18 meses. O recorte industrial recuou de 49,8 para 49,7 e o de serviços diminuiu de 51,2 para 50,2 pontos. Abaixo de 50, o índice indica contração. |
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