Bom dia!
Nesta quarta-feira de manhã, o IBGE divulga a inflação da primeira quinzena de agosto. Economistas consultados pela Refinitiv esperam que o IPCA-15 tenha uma deflação de 0,81% na comparação mensal, após alta de 0,13% em julho, o que levaria a inflação medida pelo índice para 9,50% no acumulado dos últimos 12 meses, de 11,39% anteriormente. A queda nos preços é fruto das reduções no preço da gasolina e do diesel vendidos pela Petrobras, bem como do corte do ICMS sobre os combustíveis e a energia elétrica. Alimentos devem ser o destaque da divulgação, como um termômetro mais fiel da alta dos preços.
Apesar do esperado alívio na inflação, o Ibovespa dificilmente deve repetir os feitos do pregão de terça, quando o salto das commodities mundo afora fez o índice se descolar de Nova York e subir 2,13%.
Hoje, os preços do minério de ferro e do petróleo seguem em alta, mas mais moderada do que os ganhos de 1,81% e de 3,88%, respectivamente, na véspera.
Por volta das 7h50, o minério sobe 0,51%, a US$ 103,85 a tonelada, e o petróleo Brent sobe 0,75%, a US$ 100,97 o barril.
Já Wall Street não se atreve a dar grandes passos antes do Jackson Hole e inicia o dia perto da estabilidade, com viés de queda.
Investidores aguardam o discurso de Jerome Powell, presidente do Fed, no simpósio anual que a autoridade promove em Jackson Hole, em Wyoming, nos EUA. A expectativa é que Powell comente os dados do PCE (índice de despesas com consumo pessoal, na sigla em inglês) de julho e dê dicas de qual caminho os juros americanos deve seguir.
Tais dados do PCE vão ter acabado de ser divulgados, na própria sexta. O indicador é a medida favorita de inflação do Fed, o banco central americano.
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