ELEIÇÕES 2022: HORÁRIO ELEITORAL EM RÁDIO E TELEVISÃO COMEÇA NO DIA 26 DE AGOSTO
O horário eleitoral em rádio e televisão acontece entre os dias 26 de agosto e 30 de setembro. As campanhas começaram oficialmente nesta semana (16). A Justiça Eleitoral recebeu mais de 28 mil inscrições para candidaturas.
A distribuição de material gráfico, as caminhadas e propagandas em
mídias impressas e internet estão autorizadas até 1° de outubro, véspera das
eleições. No dia da votação, a propaganda eleitoral é proibida, como explica a
professora de direito da FGV do Rio de Janeiro, Silvana Batini.
“O máximo que se permite é a manifestação individual e silenciosa
do eleitor ou da eleitora. Através do uso de uma bandeira, adesivos, até de
camisetas, mas tem que ser aquela manifestação individual e solitária pelo seu
candidato ou candidata”, esclarece.
A distribuição de brindes e/ou camisetas, a aglomeração de pessoas
com uniformes ou acessórios de propaganda, entre outros atos no dia do pleito,
constituem o crime de boca de urna, segundo a legislação eleitoral. Tentar
interferir na escolha de alguém a caminho da votação também é proibido. A pena
prevista nesses casos é detenção de seis meses a um ano, conversíveis à prestação
de serviços à comunidade e pagamento de multa.
Como escolher seu candidato?
A campanha eleitoral traz informações que permitem analisar as
propostas. De acordo com o TSE, o eleitor deve se informar sobre o histórico da
carreira dos candidatos, vida, postura ética e conduta diante da sociedade,
além do partido ao qual está filiado. Também é preciso identificar valores em
comum com a pessoa que vai ocupar o cargo de representante dos interesses da
população.
Jaqueline Rocha, de 21 anos, moradora de Águas Claras (DF), segue
os candidatos nas redes sociais para conferir se são coerentes em relação ao
próprio discurso.
“Eu já costumava acompanhar possíveis candidatos muito antes das
eleições. Mas agora que já está lançada a candidatura oficial começaram a
aparecer diversas notícias sobre eles. Então eu procuro ler matérias de
diferentes veículos de informação com viés ideológicos diferentes, claro,
pesquisar sobre o passado do candidato. Com as redes sociais ficou mais fácil
de acompanhar a vida ‘real’ das pessoas e observar se elas realmente vivem
aquilo que elas pregam”, completa.
Fonte/Foto: BRASIL 61/Tânia Rêgo



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