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| | Até o momento, a pandemia do novo coronavírus já deixou 239.208.897 contaminados e 4.875.011 mortos no mundo. No Brasil são 21.597.949 contaminados e 601.574 mortos. Os dados são da Universidade Johns Hopkins.
O número de doses de vacina aplicadas no planeta chegou a 6,60 bilhões. No Brasil são 254.153.935 de unidades administradas. Os dados são da Bloomberg (mundial) e de VEJA (nacional). |
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| | O governo de São Paulo determinou que, a partir de 18 de outubro, as aulas presenciais voltarão a ser obrigatórias para 100% dos estudantes da rede pública e privada, com exceção daqueles que apresentarem justificativa médica. Segundo a Secretaria Estadual de Educação, o uso da máscara por alunos, professores e funcionários permanece obrigatório, assim como a utilização de álcool em gel. A princípio, o distanciamento de 1 metro entre carteiras também será mantido até dia 3 de novembro. O sindicato dos professores estaduais adotou postura contrária à decisão. |
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| | O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, afirmou que as crianças com menos de 12 anos devem ser vacinadas contra a Covid-19 em 2022. Ele ressaltou, contudo, que a campanha depende do aval da Anvisa, que ainda não liberou nenhum imunizante para este público. O Instituto Butantan chegou a pedir à agência autorização para uso da CoronaVac, mas o órgão rejeitou alegando falta de dados. Na América Latina, países como Chile e Argentina já começaram a inocular as crianças. Nos EUA, a Pfizer pediu autorização para usar o seu fármaco em pessoas de 5 a 11 anos. |
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| | Dentro de dois meses, o Brasil começará a ajudar países vizinhos a reforçar a imunização contra a Covid-19. A estimativa é do ministro da Economia, Paulo Guedes, e leva em conta a previsão para a conclusão da vacinação de adultos no país. Segundo ele, a medida é necessária para reduzir a desigualdade na recuperação econômica no pós-pandemia. De acordo com Guedes, o ritmo da campanha no Brasil está garantindo "uma volta segura ao trabalho". Até o momento, 47,4% dos brasileiros estão totalmente protegidos contra a doença – entre os maiores de 18 anos, a taxa vai a 60%.
Fonte: Redação de VEJA |
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