POR QUE O NOME DA TERCEIRA VIA (SE SAIR) AINDA VAI DEMORAR
O
nome do chamado candidato da "terceira via" ainda depende de dois
eventos cruciais e do calendário eleitoral, na análise da colunista Thaís Oyama.
O
primeiro evento, as prévias do PSDB, terá seu desfecho revelado no dia 21 de
novembro.
Os
quatro pré-candidatos do partido à Presidência da República, a serem
confirmados na tarde de hoje, são o governador de São Paulo, João Doria; o governador
do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite; o senador Tasso Jereissati e o ex-prefeito
de Manaus Arthur Virgílio — sendo os dois primeiros favoritos, com Doria na
frente.
O
projeto de fusão do DEM com o PSL, se bem sucedido, criará o maior partido da
Câmara, terá o condão de alterar o xadrez eleitoral inclusive nos estados e
municípios e fará com que adentre na arena nacional uma nova força com três
potenciais candidatos à presidência: da parte do DEM, além de Mandetta, Rodrigo
Pacheco, o presidente do Senado hoje cortejado pelo PSD de Gilberto Kassab; e
da parte do PSL, o apresentador José Luiz Datena, recém-filiado à sigla.
Iniciado
o novo ano, entra em ação o calendário eleitoral propriamente dito. Entre
janeiro e março, a abertura da janela partidária dará início a uma frenética
dança das cadeiras, com políticos entrando e saindo de partidos conforme suas
conveniências eleitorais. O processo se encerra no dia 3 de abril.
Só
a partir daí é que o cenário de 2022 começará a clarear. Até lá, o horizonte
será de Lula e de Bolsonaro.
Na
newsletter Olhar Apurado de hoje, trazemos uma curadoria com
os pontos de vista dos colunistas do UOL, que acompanham de todos
os ângulos a repercussão do noticiário.
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