CORONAVIRUS | AS PRINCIPAIS INFORMAÇÕES SOBRE O IMPACTO DA PANDEMIA NO BRASIL E NO MUNDO

 

 
Abril Comunicações
 
 
Até o momento, a pandemia do novo coronavírus já deixou 223.258.116 contaminados e 4.607.175 mortos no mundo. No Brasil são 20.958.899 contaminados e 585.174 mortos. Os dados são da Universidade Johns Hopkins.

O número de doses de vacina aplicadas no planeta chegou a 5,63 bilhões. No Brasil são 206.780.832 de unidades administradas. Os dados são da Bloomberg (mundial) e de VEJA (nacional).
 
LOTES INTERDITADOS
 
Mesmo após o Instituto Butantan apresentar novos documentos a respeito dos lotes da CoronaVac importados da China, a Anvisa decidiu manter o bloqueio. Segundo a agência, os dados "não respondem satisfatoriamente a todas as incertezas sobre o novo local de fabricação". Na última semana, o órgão sanitário interditou de forma cautelar mais de 12 milhões de doses do imunizante. A medida ocorreu porque as unidades foram envasadas em uma unidade fabril da Sinovac que não possui o certificado de boas práticas emitido pela Anvisa. Servidores da agência devem inspecionar o local em breve.
 
QUEDA DE CONTÁGIO
 
A América do Sul passa por uma repentina diminuição de novos casos de Covid-19, após forte onda de disseminação e mortes. Isso aconteceu mesmo com a propagação da variante delta pela região e deixou os especialistas intrigados. Em especial porque a região, até pouco tempo atrás, era o epicentro da pandemia. A explicação mais plausível é o aumento dos índices de vacinação nos países sul-americanos, mesmo com os governos não conseguindo combater a politização em torno do tema e a recusa pelos imunizantes por parte da população. Diante do fim das restrições na maioria das nações, pesquisadores buscam maiores esclarecimentos sobre as quedas.
 
VACINA OBRIGATÓRIA
 
O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, anunciou uma série de novas regras relacionadas à vacinação de funcionários federais, além de novas medidas que estimulam o setor privado a fazer o mesmo, de forma a aumentar os índices de imunização no país. Uma das mudanças será a assinatura de um decreto obrigando que funcionários do governo federal sejam inoculados, sem a opção de realização de testes regulares para atestar a ausência do vírus, como era permitido anteriormente. A norma será estendida também a funcionários de empresas terceirizadas que fazem negócios com o governo federal. A Casa Branca estima que 2,5 milhões de trabalhadores sejam contemplados.


Fonte: Redação de VEJA

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