OPINIÃO: WILSON
WITZEL USA CPI COMO PALCO DE ENGANAÇÃO
O ex-governador do Rio Wilson Witzel depôs hoje na CPI da Covid, no
Senado. Para o colunista Josias de Souza,
ele dançou com os senadores a coreografia da enganação, já que usou a comissão
como palco para encenar o negacionismo do crime que o derrubou: o assalto às
verbas da saúde em plena pandemia.
Witzel fez pose de vítima de "perseguição política",
atacou o presidente Bolsonaro e bateu-boca com o senador Flávio Bolsonaro.
"Quando os senadores da bancada governista da cloroquina começaram a
hostilizá-lo, Witzel sacou o habeas corpus do Supremo que tornara sua presença
na CPI facultativa", escreveu Josias.
Segundo o colunista, logo na exposição inicial, Witzel deixou
claro que é muito tarde para levá-lo a sério e se referiu ao seu impeachment
como "vergonha internacional".
Não disse nada de verdadeiramente aproveitável para
os rumos da investigação parlamentar. Deu obviedades em cacho aos senadores do
mesmo modo que a bananeira dá bananas"
- Josias de Souza
Na newsletter Olhar Apurado de hoje, trazemos uma
curadoria com os pontos de vista dos colunistas do UOL, que
acompanham de todos os ângulos a repercussão do noticiário.
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