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| | Até o momento, a pandemia do novo coronavírus já deixou 174.909.515 contaminados e 3.774.561 mortos no mundo. No Brasil são 17.210.969 contaminados e 482.019 mortos. Os dados são da Universidade Johns Hopkins.
O número de doses de vacina aplicadas no planeta chegou a 2,26 bilhões. No Brasil são 76.760.843 de unidades administradas. Os dados são da Bloomberg (mundial) e de VEJA (nacional). |
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| | "Um vírus é uma má notícia embrulhada numa proteína". A frase do biólogo Peter Medawar (1915-1987) é uma das mais memoráveis a respeito do modo como adoecemos. Reportagem de VEJA desta semana relembra o primeiro diagnóstico da aids, provocada pelo HIV, há quarenta anos e o caminho até o presente, com a pandemia de Covid-19. Saber essa trajetória de quatro décadas é um atalho para compreender um pouco mais sobre o novo coronavírus, dadas as cabais diferenças entre as duas doenças, mas também suas semelhanças. As descobertas nesse período nos dão um caminho para entender como os microorganismos afetam o corpo humano – e o melhor modo de atacá-los. |
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| | A Anvisa autorizou o uso da vacina da Pfizer/BioNTech contra a Covid-19 em crianças a partir de 12 anos no Brasil. Antes, o imunizante era indicado para jovens a partir de 16 anos. Até o momento, o fármaco é o único que pode ser aplicado em menores de idade no país. Segundo o órgão regulatório, a ampliação foi aprovada após a apresentação de estudos desenvolvidos pela farmacêutica que indicaram a segurança e eficácia do antígeno para este grupo. Os testes foram realizados fora do Brasil e avaliados pela Anvisa. A vacina da Pfizer também foi a primeira a receber o registro definitivo de imunizantes contra a Covid-19 no Brasil. |
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| | O Consórcio Brasil Central, formado pelos estados de Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Rondônia, Tocantins e o Distrito Federal, desistiu de realizar a compra de doses de vacina contra a Covid-19 Sputnik V por meio da chamada Importação Excepcional Temporária, concedida pela Anvisa. O motivo da desistência da aquisição neste momento, dizem os conselheiros do grupo, foi a série de exigências impostas pela agência para que se utilize as doses liberadas por meio desse mecanismo legal. Agora, a ideia do consórcio é esperar para comprar assim que o órgão conceder a autorização de uso emergencial ao imunizante. |
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| | Um estudo publicado recentemente na revista científica Nature revelou que a vacina contra a Covid-19 da Janssen é eficaz contra as variantes do coronavírus identificadas no Brasil, Reino Unido, África do Sul e Estados Unidos. Ao longo da pesquisa, os cientistas administraram uma ou duas doses do fármaco em vinte voluntários entre 18 e 55 anos. Os resultados indicaram que o imunizante é capaz de gerar resposta imune a todas as cepas que foram testadas. O Brasil aguarda a chegada do primeiro lote, com 3 milhões de unidades do antígeno, que é administrado em dose única, ainda este mês. |
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| | Com o avanço da vacinação contra a Covid-19, empresas dos Estados Unidos e da Europa planejam o retorno à normalidade, ou seja, a volta ao escritório. Matéria de VEJA mostra, contudo, que o movimento enfrenta resistência entre os funcionários. Em casos extremos, como no Google, há quem prefira a demissão. O movimento põe em xeque a intransigência de empresas que exigem dos profissionais que trabalhem como antes. Uma pesquisa realizada entre os americanos confirma essa tendência: 87% dos entrevistados que adotaram o teletrabalho durante a pandemia desejam continuar no regime pelo menos uma vez por semana. Alguns executivos, porém, monstram-se resistentes.
Fonte: Redação de VEJA |
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