CORONAVÍRUS | AS PRINCIPAIS INFORMAÇÕES SOBRE O IMPACTO DA PANDEMIA NO BRASIL E NO MUNDO

 


Abril Comunicações
 
 
Até o momento, a pandemia do novo coronavírus já deixou 160.505.176 contaminados e 3.333.076 mortos no mundo. No Brasil são 15.359.397 contaminados e 428.034 mortos. Os dados são da Universidade Johns Hopkins.

O número de doses de vacina aplicadas no planeta chegou a 1,36 bilhão. No Brasil são 55.516.911 de unidades administradas. Os dados são da Bloomberg (mundial) e de VEJA (nacional).
 
NOVO LOTE
 
O Brasil recebeu uma nova remessa da Pfizer, com 628.290 doses de vacina. Com este lote, o terceiro enviado até agora, o país soma 2,2 milhões de unidades do imunizante. Até serem despachadas às unidades da federação, as doses ficarão armazenadas a -85ºC em dezesseis super geladeiras do Centro de Distribuição Logístico do Ministério da Saúde, localizado na cidade de Guarulhos. Devido à logística de armazenamento, a disponibilidade deste antígeno está restrita às capitais dos estados. A chegada dessas doses faz parte do primeiro acordo do Brasil com a farmacêutica. Até junho, a previsão é que sejam entregues 13,5 milhões de vacinas.
 
AUTORIZADA PARA CRIANÇAS
 
Após a FDA, agência que regula medicamentos nos Estados Unidos, dar o sinal verde, os Centros de Prevenção e Controle de Doenças (CDC) no país autorizaram o uso da vacina contra a Covid-19 da Pfizer em crianças e adolescentes de 12 a 15 anos. A expectativa é que a imunização deste grupo comece nos próximos dias e beneficie 17 milhões de pessoas. Os EUA já utilizam o fármaco em jovens a partir de 16 anos. O CDC também autorizou a aplicação simultânea do antígeno contra o coronavírus com imunizantes contra outras doenças. A ideia é aumentar a taxa de vacinação de adolescentes, que caiu no último ano.
 
INFECÇÃO ENTRE DOSES
 
Desde que a vacinação contra a Covid começou no Brasil, relatos de pessoas que foram imunizadas e ainda assim contraíram a infecção começaram a surgir. Mas por que isso acontece? A resposta está no fato de que a proteção completa com os fármacos usados no país depende de duas inoculações. Além disso, é preciso esperar o intervalo correto entre um e outro. Nesse meio tempo, a pessoa está "em processo de imunização" e não totalmente imunizada. Vale lembrar que até mesmo após a segunda dose ainda é possível se contaminar, uma vez que o sistema imunológico demora ao menos quinze dias para produzir a defesa necessária. Além disso, nenhuma vacina possui 100% de eficácia.
 
TRABALHO REMOTO PARA GRÁVIDAS
 
O presidente Jair Bolsonaro sancionou uma lei que determina o afastamento de funcionárias grávidas das atividades de trabalho presencial durante a pandemia. De acordo com o projeto, da deputada Perpétua Almeida (PCdoB-AC), a gestante não poderá ter desconto do salário, e deverá passar a exercer as atividades por teletrabalho, trabalho remoto ou outra forma de trabalho a distância. Caso a atividade exercida não possa ser realizada a distância, fica facultado ao empregador adotar o plano de contingenciamento que preveja designação para setores de menor risco.

Fonte: Redação de VEJA

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