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| | Até o momento, a pandemia do novo coronavírus já deixou 139.165.841 contaminados e 2.988.238 mortos no mundo. No Brasil são 13.746.681 contaminados e 365.444 mortos. Os dados são da Universidade Johns Hopkins. O número de doses de vacina aplicadas no planeta chegou a 848,5 milhões. No Brasil são 33.711.381 de unidades administradas. Os dados são da Bloomberg (mundial) e de VEJA (nacional). |
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| | PASSAPORTE PARA A LIBERDADE | |
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| | À medida que mais países avançam na vacinação contra a Covid-19, ganha força a criação de um "passaporte da imunidade" que permita àqueles já protegidos viajar, ir ao cinema, a shows, entre outras atividades vetadas durante a pandemia. Reportagem de VEJA desta semana mostra que essa medida está em fase de testes na maioria das nações onde a campanha de imunização está avançada e tem variações de modelo – de aplicativo com QR code a carteirinha de papel. Mas, pela velocidade com que a ideia se dissemina, o passaporte, quando chegar, será para ficar. |
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| | O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, completa um mês no cargo nesta semana, tempo suficiente para começar a desfazer a trágica herança deixada por Eduardo Pazuello. Matéria de VEJA mostra que alguns avanços já começam a aparecer: desmilitarização da pasta e a escalação de técnicos, o aceno à ciência e a criação de pontes com desafetos do governo. Já no campo da busca por imunizantes, Queiroga comemorou um acordo para antecipar a chegada de 2 milhões de doses da Pfizer. O cardiologista assumiu a Saúde no pior momento da pandemia e o que se vê até aqui é positivo, mas os desafios ainda são enormes. |
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| | A fase atual da pandemia no Brasil é caracterizada pela alteração do perfil das pessoas internadas. Até o início deste ano, a proporção de infectados com idade acima de 60 anos entre os que precisam de leito sempre foi muito superior a todo o resto da população. Mas, segundo levantamento da Fiocruz, nos primeiros meses de 2021, a média de idade de internação passou de 62 para 58. Isso aconteceu devido ao aumento de casos na faixa etária de 20 a 49 anos. Vale dizer ainda que jovens que já tiveram a doença não estão totalmente protegidos contra reinfecção, segundo estudo feito nos EUA, o que reforça a necessidade dos cuidados. |
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| | Um levantamento da Universidade Imperial College, de Londres, revelou que o Brasil reduziu a taxa de transmissão da Covid-19 na última semana. Segundo a análise, a média de transmissão da doença é de 1,06 no país, contra 1,12 aferida na semana passada. Isso significa que cada 100 pessoas contaminadas transmitem o coronavírus para outras 106. Embora tenha caído, o dado indica que a Covid-19 continua em alta no país, mesmo que de forma mais lenta. Para que se atinja um patamar de redução da pandemia, é preciso que este número esteja abaixo de 1. Em posição melhor que o Brasil estão nações como Portugal (0,9) e Reino Unido (0,84). |
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| | O Ministério da Saúde divulgou que 1,5 milhões de pessoas estão com o calendário vacinal contra a Covid-19 atrasado, ou seja, não retornaram para receber a segunda dose. A pasta informou que 42% destes casos estão concentrados nos estados de São Paulo (343.900 doses a serem administradas), Bahia (148.800) e Rio de Janeiro (143.000). Tocantins e Amapá têm os menores números, com 6.032 e 5.700 doses atrasadas, respectivamente. Os dados de vacinas em atraso refletem no total de doses administradas, uma vez que os estados com maiores cotas em espera estão entre os cinco que mais inocularam até o momento. |
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| | O Brasil recebeu um lote de 2,3 milhões de kits para intubação de pacientes com Covid-19. Os medicamentos foram fabricados na China e comprados por um grupo de empresas. Os kits, que serão doados para o Ministério da Saúde, são compostos de sedativos, neurobloqueadores musculares e analgésicos opioides. Até o final do mês, devem chegar mais 1,1 milhão de kits do tipo. No total, os remédios têm capacidade para serem utilizados em 500 leitos pelo período de um mês e meio. Os itens possuem autorização para importação da Anvisa. A falta dos insumos motivou reclamação do governador de São Paulo, João Doria, ao governo federal.
Fonte: Redação de VEJA |
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