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| | Até o momento, a pandemia do novo coronavírus já deixou 138.340.920 contaminados e 2.974.915 mortos no mundo. No Brasil são 13.673.507 contaminados e 361.884 mortos. Os dados são da Universidade Johns Hopkins. O número de doses de vacina aplicadas no planeta chegou a 832,9 milhões. No Brasil são 32.806.393 de unidades administradas. Os dados são da Bloomberg (mundial) e de VEJA (nacional). |
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| | O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, anunciou a antecipação em 2 milhões de doses da vacina da Pfizer em relação às chegadas previstas de abril até junho. Sendo assim, passa a ser esperada ao longo dos três meses a entrega de 15,5 milhões de unidades do imunizante. Ainda em abril, deve chegar ao país a cota de 1 milhão de doses. Ao todo, o Ministério da Saúde adquiriu 100 milhões de vacinas da Pfizer até o fim de 2021. O fármaco requer duas aplicações para ter efetividade completa e tem eficácia comprovada de 95%. Por já ter sido aprovado pela Anvisa, o antígeno não deve enfrentar obstáculos para chegar aos braços dos brasileiros. |
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| | O Ministério da Saúde já garantiu 10 milhões de doses da vacina contra a Covid-19 Sputnik V e os estados, de forma independente, pediram a importação de cerca de 37 milhões, mas a entrada do fármaco no Brasil ainda não está garantida. De acordo com a Anvisa, faltam dados para que o imunizante seja aprovado no país. Segundo a agência, no atual processo de uso emergencial em aberto desde o dia 25 de março, de cada dez documentos necessários, cerca de oito não foram entregues ou carecem de complementação. A mesma objeção vale para os pedidos de importação feitos pelos estados. |
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| | MORTALIDADE ACIMA DA MÉDIA | |
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| | Doze estados e o Distrito Federal têm uma média de óbitos em decorrência da Covid-19 por 100 mil habitantes acima da média nacional, que é de 168,7, segundo dados do Ministério da Saúde. São eles, pela ordem de mortalidade: Amazonas, Rondônia, Mato Grosso, Roraima, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Espírito Santo, Rio Grande do Sul, Goiás, São Paulo, Mato Grosso do Sul, Ceará e Santa Catarina. O índice do Amazonas, de 296,1, foi impulsionado pelas duas graves crises que levaram ao colapso no sistema de saúde local, além do fato de ter sido o estado onde foi identificada uma nova variante do vírus. Confira a lista completa aqui. |
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| | A Dinamarca interrompeu em definitivo o uso da vacina Oxford/AstraZeneca contra a Covid-19, devido a preocupações com casos raros de coágulos sanguíneos. Esta é a primeira vez que um fármaco é excluído permanentemente de uma campanha de vacinação na Europa, mudança que deve atrasar o programa de imunização do país. Todas as 2,4 milhões de doses disponíveis da AstraZeneca serão recolhidas, sem previsão de retomada. O diretor-geral da Autoridade de Saúde Dinamarquesa, Soren Brostrom, disse que foi uma "decisão difícil", mas que o país tem outras vacinas disponíveis e a pandemia está controlada. |
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| | Após a França decidir interromper voos com origem ou destino no território brasileiro, a Bélgica pediu uma ação coordenada da União Europeia para também suspender o fluxo de voos com o Brasil. O primeiro-ministro belga, Alexander de Croo, afirmou que seu governo está em conversas com os líderes da Holanda e Alemanha para adotarem a mesma postura dos franceses. Para o ministro dos Transportes da Bélgica, Georges Gilkinet, o bloco europeu precisa impor a mesma medida sobre o tráfego aéreo de passageiros com o Brasil. Os países não realizam votos diretos.
Fonte: Redação de VEJA |
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