RESUMO DO DIA – EDIÇÃO DA MANHÃ | TERÇA-FEIRA, 23 DE MARÇO DE 2021
CAPITÃO ADRIANO MOVIMENTOU AO MENOS R$ 1,8 MILHÃO EM 1 MÊS, DIZ MP
O ex-PM Adriano Magalhães da Nóbrega, apontado como
o chefe de uma milícia na zona oeste do Rio e morto em uma operação policial em
fevereiro de 2020 em Salvador, movimentou ao menos R$ 1,8 milhão em apenas um
mês, segundo reportagem de Herculano Barreto
Filho.
Os dados fazem parte da Operação Gárgula, que
resultou na prisão preventiva do PM Rodrigo Bitencourt Fernandes Pereira do
Rego, homem de confiança do miliciano. Julia Lotuffo, viúva do ex-PM e acusada de ocultar o patrimônio do
companheiro após a sua morte, já é considerada como foragida.
O MP-RJ (Ministério Público do Rio) teve acesso à
informação da movimentação milionária com base em parte de uma planilha da
contabilidade de Capitão Adriano referente a maio de 2019 —ele estava foragido
desde janeiro daquele ano, quando a Justiça do Rio determinou a sua prisão
na Operação Intocáveis.
Uma foto de parte de uma planilha de contabilidade
foi obtida a partir da análise de dados telemáticos de Julia Lotufo, apontada como
a responsável pela contabilidade e gestão financeira do grupo chefiado pelo
miliciano.
Segundo a denúncia, o patrimônio da quadrilha
chefiada por Adriano, também tido como o chefe do grupo de matadores conhecido
como Escritório do Crime, era investido para a prática de agiotagem, com
empréstimos a juros de até 22%.
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Fonte/Foto: Lúcia Valentim Rodrigues, do UOL
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