AGENDAÍ | CHEGOU A HORA! REMO RECEBE O BRASILIENSE EM BUSCA DO TÍTULO INÉDITO DA COPA VERDE
Chegou a
hora da decisão! O Clube do Remo encara o Brasiliense-DF, hoje à tarde,
precisando reverter a vantagem do adversário para faturar o título da Copa
Verde
Nesta tarde, às 16h,
embaixo de chuva ou de sol, é dia de entrar para a história. E do jeito Clube
do Remo de ser: sob forte emoção. Afinal, o título inédito da Copa Verde só
virá para o Baenão se o time azulino vencer o Brasiliense-DF, adversário da
grande decisão do torneio regional, no Mangueirão, em Belém, por dois gols de
diferença - a vitória com um gol de vantagem levará a disputa para as
penalidades máximas -, já que o rival soma 2 a 1 no agregado, em virtude do
placar da partida de ida construído em Brasília. Para o grupo de jogadores e
comissão técnica, assim como membros da diretoria e do Fenômeno Azul, a
concentração total está voltada para este feito que irá coroar a temporada 2020
azul-marinho, na sua terceira final de campeonato.
Nesse sentido, o técnico
Paulo Bonamigo não fará qualquer mudança na sua onzena titular ao mandar a
mesma equipe que entrou jogando na Arena Mané Garrincha, e abriu o placar, como
forma de confiança. O diferencial, contudo, será na postura do time. Embora
equilibrado, o Remo demonstrou falhas no sistema defensivo que comprometeram o
placar e, posteriormente, uma possível vantagem para a capital paraense.
O comandante espera contar
com destaques do time na competição para ditar o ritmo do jogo. Um deles, o
volante Lucas Siqueira, capitão da equipe e que pode erguer a taça, deixou o
recado. “Nossa concentração total é na Copa Verde. Nossas energias e mentalidade
estão voltadas para essa Copa Verde para sermos campeões. É um título,
campeonato importante. Estamos vendo com muita seriedade”, ponderou.
Ao lado do caneco, o Leão
Azul pode faturar uma bolada de R$ 1,5 milhão, oriunda da ida direta à terceira
fase da Copa do Brasil, em caso de conquista da Copa Verde. Siqueira falou
sobre a representatividade de uma nova decisão e o que fazer para não deixar
que, desta vez, o braço azulino seja levantado. “Nossa terceira final
consecutiva, estamos num momento muito bom. O trabalho está sendo muito bom...
Temos que ter cuidado com o contra-ataque, tomar um gol fica mais complicado.
Temos que ser mais organizados e com a postura de ofensividade o tempo
inteiro”, aponta.
Fonte/Arte:
Matheus Miranda - Diário do Pará/Divulgação


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