Estados que apresentaram propostas de contenção de gastos e de renúncia fiscal,
São Paulo e Rio Grande do Sul sofrem para aprovar os planos em suas Assembleias Legislativas. Com projeção de déficit de R$ 10,4 bilhões e R$ 8,1 bilhões, respectivamente, em 2021, os governos enfrentam resistência principalmente para cortar gastos com funcionalismo e incentivos fiscais a empresas. Em São Paulo, a estimativa é de que o governo perca R$ 410 milhões a cada mês de atraso na aprovação do pacote fiscal, que prevê corte de 20% das renúncias, remanejamento de recursos em áreas em que há sobra de dinheiro, extinção de fundações e autarquias e a demissão de 5,6 mil celetistas.
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