Uma fatura de
R$ 643 bilhões em dívidas do governo - mais do que o dobro da média dos últimos cinco anos - vence entre janeiro e abril do ano que vem. O aumento se deve à desconfiança do mercado em relação à sustentabilidade das contas públicas. Com a pandemia, o governo teve de gastar mais e a dívida pública deve chegar no fim do ano ao equivalente a 100% do PIB. A situação seria contornável com a perspectiva de um ajuste nas contas públicas, mas os investidores temem que ele seja inviabilizado por medidas populistas do presidente Jair Bolsonaro.
Nenhum comentário:
Postar um comentário