CORONAVÍRUS | AS PRINCIPAIS INFORMAÇÕES SOBRE O IMPACTO DA PANDEMIA NO BRASIL E NO MUNDO

 

Até o momento, a pandemia do novo coronavírus já deixou 37.857.361 contaminados e 1.081.332 mortos no mundo. No Brasil são 5.103.408 contaminados e 150.689 mortos. Os números são da Universidade Johns Hopkins.

TESTES PAUSADOS

A Johnson & Johnson suspendeu os testes de sua vacina contra a Covid-19, que estão na terceira fase. Segundo documento enviado a cientistas, ao qual o Radar Econômico teve acesso, um dos mais de 60.000 voluntários apresentou uma "doença inexplicada", o que fez os estudos serem paralisados até que o episódio seja analisado. No Brasil, a empresa recrutou pessoas no estado de Santa Catarina para participar da testagem. Já nos Estados Unidos, um homem de 25 anos se tornou o quinto caso no mundo de reinfecção pelo coronavírus. Segundo o autor do trabalho, Mark Pandori, isso significa que "pessoas com teste positivo devem continuar tomando precauções".
 

QUEDA NA LETALIDADE

Cálculo feito com dados das secretarias regionais de Saúde revelou que a taxa de letalidade da Covid-19 no Brasil caiu quatro pontos porcentuais desde maio e passou de 6,9% para 2,9%. O índice aferido no país é ligeiramente superior ao mundial, que está em 2,8%. Este cálculo é baseado na taxa de mortes em decorrência da doença sobre o número de diagnósticos confirmados, o que permite ter uma melhor ideia de sua gravidade e a eficácia dos tratamentos. A redução aponta ainda para o aumento do número de testes no Brasil, que permitiu um maior monitoramento da infecção, e revela que o país, hoje, sabe lidar melhor com a pandemia.
 


HIDROXICLOROQUINA REPROVADA

Um novo estudo feito pela Universidade da Pensilvânia, nos Estados Unidos, concluiu que a hidroxicloroquina não reduz o risco de infecção pelo novo coronavírus. A pesquisa se une a outras diversas evidências científicas que comprovam que o medicamento – e também a cloroquina – não é eficaz no tratamento ou prevenção da Covid-19. O trabalho analisou 125 profissionais de saúde que atuam na linha de frente da pandemia, com metade tomando o remédio e a outra metade, placebo. Os resultados mostraram que não houve diferença nas taxas de contaminação nos dois grupos. Contudo, em curto prazo, o fármaco não apresentou efeito colateral grave.


RISCO NO DIA A DIA

Ao contrário do que se pensava anteriormente, o coronavírus pode sobreviver em superfícies como celulares, dinheiro e aço inoxidável por até 28 dias, conforme revelou um estudo publicado no científico Virology Journal . Pesquisadores do Centro Australiano de Preparação para Doenças realizaram experimentos com o vírus em ambiente controlado, a 20ºC, para chegar à conclusão. O trabalho mostrou também que, conforme a temperatura aumenta, o tempo de sobrevivência do vírus diminui. A 30ºC, cai para sete dias e a 40ºC, apenas 24 horas. Ele também resistiu menos em superfícies porosas, como o algodão. Os resultados reforçam a importância de higienizar as mãos e superfícies constantemente.

Fonte: Redação de VEJA

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