SEGUNDA SEM CARNE
Grande
parte do custo da intensificação dos sistemas de criação é transferido para os
animais😞.
O ganho de produtividade provém frequentemente
do uso de promotores de crescimento (como ácidos orgânicos e antibióticos), e
da selação de linhagens de crescimento rápido e/ou produtividade mais alta📈, caracterizadas por alta prevalência de
problemas ósseos e articulares (como a discondroplasia tibial), além de outras
disfunções anatômicas e fisiológicas associadas a dor e ao sofrimento crônicos😩.
Outras soluções frequentemente adotadas para ganho de produtividade são a
diminuição da oferta de alimento aos animais, a redução da idade de abate e o
confinamento em alta densidade, com privação de movimentos, locomoção e
expressão de comportamentos naturais😖.
Medidas paliativas (como remoção de dentes, bicos, caudas e chifres) para
evitar a agressão e mutilação em ambientes caracterizados pelo estresse crônico
são comumente empregadas😫.
A manutenção dos animais em condições precárias de bem-estar também aumenta a
suscetibilidade a doenças e o risco de transmissão de zoonoses, combatidos com
o uso rotineiro de antibióticos🤢.
Finalmente, ganhos de produtividade costumam ser acompanhados por queda de
preço e subsequente aumento da demanda, o que pode anular, parcial ou
totalmente, o efeito mitigatório obtido.😱
Não faça mais parte disso: comece a mudar sua alimentação #PelosAnimais: comece pela #SegundaSemCarne... começando aos poucos você
chega lá 😉
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Foto: Transcend


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