RESUMO DO DIA - EDIÇÃO DA MANHÃ | SEGUNDA-FEIRA, 09 DE SETEMBRO



APÓS DECISÃO DO STF, CRIVELLA DIZ QUE RECOLHIMENTO DE HISTÓRIAS EM QUADRINHOS NÃO É CENSURA

A Bienal do Livro terminou no último domingo (8) no Rio de Janeiro, mas ficou marcada pelas críticas do prefeito Marcelo Crivella (PRB) a um beijo gay em uma história em quadrinhos.
Crivella mandou recolher os exemplares vendidos na Bienal e disse que o material afrontava o Estatuto da Criança e do Adolescente, mas a atitude gerou efeito contrário e o prefeito foi acusado de homofobia.
A Bienal se recusou a recolher os exemplares e os participantes do evento fizeram protestos contra a decisão de Crivella. O youtuber Felipe Neto prometeu distribuir 14 mil livros de temática LGBTQ+ durante a Bienal.
O STF decidiu que o recolhimento das revistas era ilegal e não poderia ser feito. O decano Celso de Mello afirmou que a censura aos livros na Bienal do Rio "constitui fato gravíssimo".
Crivella fez um novo vídeo em resposta aos ministros do STF e afirmou que o caso "não é censura nem homofobia como muitos pensam. A questão envolvendo os gibis na Bienal tem um objetivo bem claro: cumprir o que prevê o Estatuto da Criança e do Adolescente. Queremos, apenas, preservar nossas crianças, lutar em defesa das famílias brasileiras e cumprir a Lei".

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Nesta segunda-feira, um levantamento obtido pela Folha mostra que o Ministério da Saúde registrou no Brasil que, a cada quatro minutos, uma mulher é agredida por um homem e sobrevive. No ano passado, foram registrados mais de 145 mil casos de violência --física, sexual, psicológica e de outros tipos-- em que as vítimas sobreviveram.

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Fonte/Foto: UOL

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