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Pacientes
no Badim morreram por asfixia e desligamento de aparelhos, diz IML
Dez das vítimas do incêndio no Hospital Badim
identificadas pelo IML do Rio não morreram em decorrência de queimaduras. A
diretora do IML (Instituto Médico-Legal) do Rio, Gabriela Graça, afirmou que exames identificaram asfixia e
complicações por conta do desligamento de aparelhos que as mantinham vivas,
reportou Igor Mello, do UOL no Rio.
O Corpo de Bombeiros havia confirmado
a morte de 10 pessoas na manhã de hoje. A morte da 11ª vítima foi
confirmada na tarde de hoje pelo diretor médico do hospital Badim, Fábio
Santoro. A paciente, do sexo feminino, foi transferida do Badim para
o Hospital Israelita Albert Sabin durante o incêndio de ontem e morreu hoje na
unidade.
O marido de uma paciente que estava
internada no CTI do Badim afirmou que o diretor do hospital avaliou que não
seria necessário remover todos os pacientes da unidade, após o cheiro da fumaça
invadir o local. Procurada, a assessoria do Badim informou que não
tinha essas informações.
A Defesa Civil interditou quatro
imóveis vizinhos ao hospital. De acordo com o órgão, o motivo das
interdições é o risco de queda de reboco e revestimento de teto nos imóveis.
Segundo nota do Hospital Badim, a causa mais provável do incêndio teria sido um
curto-circuito.
Fonte/Foto: Gio Mendes, do UOL


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