NHAMUNDÁ-AM: SAIU A PUBLICAÇÃO NO TRE/AM DE CASSAÇÃO DE NENÊ MACHADO E MANTEGÃO
Conforme
Portal deAMAZÔNIA adiantou, prefeito e vice de Nhamundá foram cassados por
compra de votos e perseguição a servidores
A decisão do juiz eleitoral, Marcelo Cruz de
Oliveira, que cassou o mandato do prefeito de Nhamundá (a 375 quilômetros de
Manaus), Nenê Machado (PROS) e do vice Cleudo Mantegão (PPL), foi publicada
nesta sexta-feira (15/03) no Diário Eletrônico da Justiça. O magistrado atendeu
parecer final do promotor de Justiça, Weslei Machado.
Com EXCLUSIVIDADE, na terça-feira (12/04), o
Portal DeAMAZÔNIA divulgou a perda de
mandatos do prefeito e do vice por compra de votos e perseguição a professores.
Para a Justiça Eleitoral ficou configurado crimes de Capitação Ilícita de
Sufrágio e Abuso do Poder Econômico, respectivamente.
Para o magistrado, os crimes eleitorais
influenciaram no resultado das eleições em Nhamundá, em 2016. Nenê Machado foi
eleito prefeito com 5.413 votos contra 5.377 votos do adversário dele, Israel
Paulain. A diferença foi de apenas 36 votos.
Os próprios aliados de Nenê Machado delataram
tudo ao Ministério Público e Justiça Eleitoral, de como funcionava a prática de
doações de material de construção em troca de votos. O prefeito é empresário do
ramo de transporte de navegação e construção civil. Inúmeras testemunhas
confirmaram o ato ilícito, e ainda entregaram cadernetas com lista de doações.
Na campanha de 2016, o prefeito também
deslocou, de uma comunidade para outra, professores que declararam voto no
candidato adversário dele, num ato de retaliação.
Nenê pode ainda recorrer da decisão ao
Tribunal Regional Eleitoral do Amazonas, mas diante de testemunhas e provas
materiais robustas, fica cada vez mais difícil reverter a decisão em 1ª
instância no TRE.
E o inferno astral do prefeito de Nhamundá não
para por aí. Há outras ações de suposto crime eleitoral contra ele que
transmitam, em fase final, na Justiça de Nhamundá. E as denúncias, que o
Ministério Público investigou são tão graves quanto o que motivou a primeira
sentença de cassação proferida pelo juiz da Comarca.
Fonte/Fotos:
Portal DeAmazônia


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