SEGURANÇA NO PARÁ: PEDIDO DE REFORÇO DA FORÇA NACIONAL PASSOU DE 500 PARA 200 HOMENS, DIZ HELDER


Governador disse que mantém conversa com Sérgio Moro sobre o assunto, mas ainda não há previsão da chegada do reforço ao Pará
Na cerimônia realizada na sede do comando-geral da PM na tarde desta segunda-feira (14), o governador do Estado, Helder Barbalho, disse que ainda está em conversas com o Governo Federal para o envio do reforço da Força Nacional. Contudo, o governador destacou que o governo estadual vem investindo em ações de enfrentamento à violência enquanto aguarda a ajuda do Ministério da Justiça e Segurança Pública, com operações realizadas já nos primeiros dias de seu mandato. Ainda segundo o governador, o efetivo que será enviado pela União passou de 500 para 200 agentes da Força Nacional.
Falei com o ministro [Sérgio] Moro na manhã de hoje e dialogamos mais uma vez sobre isso. Há uma solicitação por parte da Secretaria Nacional de Segurança Pública para que façamos uma análise de quais as áreas específicas do Estado que queremos a atuação do efetivo. O pedido inicial foi de 500 homens da Força Nacional, mas eles nos sinalizaram com a possibilidade inicial de 200 homens. Com essa informação, já autorizei o secretário de Segurança Pública para priorizar o envio desse efetivo para Belém e Região Metropolitana, que são as áreas com maior percentual estatístico de casos de violência e estamos no aguardo da resposta do Governo Federal", disse Helder Barbalho.
O governador justificou a diminuição do número de agentes citando a situação do Estado do Ceará, que também solicitou reforço na segurança pública para conter a onda de violência e atos de vandalismo que assolam, principalmente, a capital Fortaleza. "Ainda não há previsão de envio dessa tropa ao Pará. Isso depende do calendário da Força Nacional no Ceará e da revisão das atividades dos agentes que já estão no Estado do Pará, mas trabalhando no campo a serviço da Funai e o Ibama, para que eles possam se deslocar até a capital para fazer o trabalho de policiamento ostensivo" conclui Helder Barbalho.

Fonte/Foto: O Liberal/Cláudio Pinheiro

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