OESTE DO PARÁ: GOVERNO ASSEGURA RECURSOS PARA OBRAS DOS TERMINAIS HIDROVIÁRIOS
Obras estão avançadas nos terminais de Terra Santa
(90%), Faro e Prainha, com 80% cada, e Curuá (65%)
As obras em terminais
hidroviários de cargas e passageiros que estão sendo realizadas pelo Governo do
Estado, por meio da Companhia de Portos e Hidrovias (CPH), têm recursos
assegurados para a continuidade e conclusão. De acordo com a CPH, cerca de R$
85 milhões foram contratados em operação de crédito junto a Caixa Econômica
Federal. As obras trarão benefícios diretos a mais de 400 mil pessoas em seis
municípios da região Oeste do Pará (Curuá, Almeirim, Prainha, Faro, Terra Santa
e Santarém - área urbana e zona rural - distrito de Santana do Tapará).
O presidente da CPH,
Haroldo Bezerra, informou, conforme demonstração da Secretaria de Estado de
Planejamento (Seplan), na plenária regionalizada para elaboração da Lei
Orçamentária Anual (LOA), realizada em setembro deste ano, em Santarém, que há
recursos para continuidade e conclusão de todas as obras, garantidos no
Orçamento Geral do ano de 2019.
“A Secretaria de
Planejamento vem acompanhando todos esses investimentos. De forma que hoje nós
temos recursos suficientes para o ano que ficar faltando, principalmente na
obra de Santarém. A disponibilidade do recurso está garantida”, esclareceu.
Do total contratado pelo
Governo do Estado do Pará em operação de crédito junto a Caixa Econômica
Federal, aproximadamente R$ 43 milhões já foram utilizados em 2018. “Sendo que
destes R$ 43 milhões, R$ 23 milhões é da parte do lado esquerdo do Rio
Amazonas. Apesar de serem obras menores, são fundamentais na integração da
logística regional”, ponderou Haroldo Bezerra.
Panorama - De acordo com a
CPH, as obras estão avançadas nos terminais de Terra Santa (90%), Faro e
Prainha, com 80% cada, e Curuá (65%). Em Almeirim e no distrito portuário de
Santana do Tapará - zona rural do município de Santarém, as obras alcançaram,
respectivamente, 45% e 50%.
“As obras estão de acordo
com o cronograma pré-estabelecido. Em Terra Santa, por exemplo, a parte naval
já foi executada; a parte civil está com 95%. Nós acreditamos que todas as
obras serão entregues, conforme o contrato com cada empresa que está
executando. Lembrando que são obras de qualidade e dentro dos padrões de
mobilidade para atendimento à sociedade”, explica o presidente da CPH.
Em Santarém, último
terminal a ter Ordem de Serviço assinada, a obra alcançou 38%. De acordo
Haroldo Bezerra, problemas relacionados a condicionantes ambientais impediram
que ela fosse iniciada antes do prazo, mas, agora segue no ritmo normal. “Só
poderíamos começar depois que atendêssemos a solicitação do Instituto do
Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) no que diz respeito à análise
com todo estudo técnico geológico e arqueológico. Por isso, só foi possível
iniciar a obra em abril desse ano. Mas nós estamos cumprindo o cronograma. A
obra é para ser entregue em 18 meses e a previsão de conclusão, no ritmo que
está, é para outubro do próximo ano, conforme está previsto no contrato
estabelecido com o Consórcio Tapajós”, avalia.
Todos os terminais
hidroviários estão sendo construídos seguindo os padrões estabelecidos pela
Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq), sobretudo no que diz
respeito aos critérios de segurança e acessibilidade, contendo área de embarque
e desembarque de cargas e passageiros; guichês para venda de passagens; guarda
volume; lanchonete; banheiros masculino, feminino e para portador de
necessidades especiais, além de espaços disponíveis para instalação de lojas e
órgãos intervenientes.
Fonte/Foto: Samuel
Alvarenga - Governo do Estado do Pará - Secretaria
de Estado de Comunicação - SECOM


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