ENTREGA DE PRESENTES MARCOU NATAL DOS PACIENTES DO HOSPITAL DO BAIXO AMAZONAS
Ao longo do mês de
dezembro, profissionais e voluntários do Hospital Regional do Baixo Amazonas
(HRBA), em Santarém, se juntaram para proporcionar momentos de alegria e
conforto aos pacientes internados na Unidade, com diversificadas atividades
natalinas.
“Faço tratamento há seis
anos na Oncologia e só tenho a agradecer a todos os profissionais do Hospital.
Graças ao tratamento que recebo aqui estou vivo", diz Pedro dos Santos, de
58 anos. Ele já passou por todas as fases do tratamento de câncer e, hoje, faz apenas
acompanhamento médico. Como forma de agradecer tudo o que já superou, atua como
voluntário, que visitou os pacientes do HRBA.
Na véspera de Natal (24),
foram entregues cartas com mensagens de fé e esperança a todos os pacientes
internados, acompanhados do Papai Noel e de um saxofonista. “O Natal com uma
mesa farta e um coração vazio, não é Natal. Nós precisamos ver Jesus na pessoa
do próximo. Não adianta ir à igreja rezar, não adianta reunir a família, se a
gente não faz nada em prol de quem precisa, e as pessoas que estão aqui no
Hospital não podem ter um Natal como desejam, por conta das enfermidades.
Então, nós tiramos um pouco do nosso tempo para trazer o Natal para elas”, diz
Sabrina Chaves que integra o grupo “Marias de Deus”, que pelo terceiro percorre
os leitos nas enfermarias.
Música
Para desperta ainda mais o
clima de Natal, o grupo “Cantando o Amor”, também formado por voluntários,
visitou a Clínica Oncológica, Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) e
Hemodiálise para levar alegria, fé e emoção por meio da música aos usuários. “É um momento especial, tanto para os
pacientes quanto para os voluntários. Isso não tem preço, porque nós nos
enchemos de alegria ao fazer o bem ao próximo. Sabemos que é muito difícil a
realidade de cada um que está internado aqui, longe de seus familiares, dos
seus amigos, às vezes até sem previsão de ir para casa. Então é importante não
perder a essência de Jesus no Natal”, conta o enfermeiro Fábio Fonseca.
Presentes
Todas as crianças
internadas no HRBA receberam os presentes que pediram ao Papai Noel. Cada uma
descreveu o que queria ganhar, em uma carta, que foram apadrinhadas pelos
profissionais da Unidade. Quando o bom velhinho apareceu, a alegria foi geral.
“Gostei muito do Papai Noel ter vindo e ter trazido um presente pra mim”,
comemorou Tarcísio Sousa, de 8 anos.
“É muito gratificante ver,
no sorriso dela, o quanto ela fica feliz. Também estou muito emocionada”, disse
Eda Ferreira, mãe da pequena Élida, internada no Hospital. Para o Papai Noel,
não há maior recompensa do que ver a reação das crianças. “Ver o sorriso no
semblante delas traduz o significado do Natal. Eles estavam muito ansiosos para
ver o Papai Noel e receber um presente”, conta o enfermeiro Dênis Vasconcelos.
A programação natalina
contou com várias apresentações musicais. A chegada do Papai Noel foi a cavalo,
com participação da Polícia Militar. A equipe de equoterapia da PM, também
esteve presente para que as crianças pudessem participar dessa atividade
terapêutica com cavalos. “Nosso objetivo esse local um ambiente mais acolhedor
para que eles se sintam, apesar de estarem aqui, amparados e possam aproveitar
este período de Natal e recebam carinho e amor. Isso influencia diretamente no
tratamento deles”, afirma o diretor Hospitalar, Hebert Moreschi.
Gameterapia
Outra novidade para as
crianças internadas no HRBA foi a modernização do projeto de Gameterapia. O
projeto que é executado desde 2016, ganhou um videogame de última geração. A
interação com os jogos estimula a atividade cerebral, facilita a aceitação ao
tratamento proposto, reduz gastos com outras terapêuticas, retira o foco da
dor, melhora o bom humor e permite reabilitação motora. “A Gameterapia é uma
situação muito interessante. Às vezes, a criança não tem consciência da
necessidade da fisioterapia e não quer colaborar com essa atividade, que é tão
importante para ela, principalmente as que estão acamadas. Então, quando
realizamos a Gameterapia, é uma situação lúdica, porque a criança viaja nos
jogos, viaja na imaginação virtual e pode, por meio dessa atividade, fazer justamente
as atividades de fisioterapia que ela normalmente não se sentiria estimulada
para fazer”, explica o diretor Técnico do Hospital, Epifanio Pereira.
Fonte/Foto: Joab
Ferreira - Governo do Estado do Pará – Agência Pará


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