UNIDOS CONTRA A CORRUPÇÃO


A Unidos Contra a Corrupção, coalizão de organizações e movimentos sociais apartidários capitaneados pelo Contas Abertas, Instituto Cidade Democrática, Instituto Ethos, Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral-MCCE, Observatório Social do Brasil e Transparência Internacional - Brasil lançou hoje à tarde em Curitiba (PR), no 2º Congresso Pacto Pelo Brasil, do Observatório Social do Brasil, o formulário online para adesão à campanha de candidatos à Câmara dos Deputados e ao Senado. De 31 de agosto até o fim das eleições, o eleitorado brasileiro poderá conferir as candidaturas na plataforma e também seus status. A intenção é levar ao eleitorado informação confiável, clara e acessível sobre quem tem passado limpo e está efetivamente comprometido com a luta contra a corrupção – não por discursos ou promessas vazias, mas por meio de reformas concretas e pela via democrática. 
O critério de passado limpo para a campanha Unidos Contra a Corrupção é rigoroso. Os postulantes a cargos na Câmara e no Senado em 2019 poderão evidenciar também seu comprometimento com os princípios democráticos e, para tanto, será necessário assinar o Pacto pela Democracia – iniciativa da sociedade civil brasileira voltada a defender a preservação e o revigoramento da vida política e democrática do país. No caso das Novas Medidas contra a Corrupção, o candidato deverá se comprometer a, caso seja eleito, já no início de seu mandato colocar as propostas em tramitação e atuar por sua aprovação. Ressalvas às medidas serão aceitas desde que identificadas e devidamente justificadas. 
No final deste mês, o eleitorado poderá consultar as candidaturas aqui. A plataforma já está aberta para cadastro de eleitores que querem participar da iniciativa e os cadastrados podem se engajar de diversas maneiras na divulgação da campanha. Será possível usar a plataforma como "santinho digital" e também compartilhar candidatos comprometidos por Whatsapp e outras ferramentas. 
Os compromissos assumidos na plataforma online funcionarão como contratos públicos, que serão monitorados pelas organizações sociais que lideram a campanha Unidos Contra a Corrupção. Também a sociedade poderá contribuir mediante seu papel de fiscalização e cobrança da classe política.

Fonte: Franssinete Florenzano

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