06 DE AGOSTO: DIA NACIONAL DOS PROFISSIONAIS DE EDUCAÇÃO
Brasil tem mais de 3,2 milhões de profissionais de educação no
mercado de trabalho; no primeiro semestre do ano, mais de 7 mil novos
profissionais foram contratados, segundo o Caged
A
educação é fundamental para o desenvolvimento do país e pilar para o
crescimento de todas as profissões. Há quatro anos, o país comemora, em 6 de
agosto, o Dia Nacional dos Profissionais de Educação, instituído pela Lei
13.054/2014.
Para
analista de Políticas Sociais do Observatório Nacional do Mercado de Trabalho
do Ministério do Trabalho, Mariana Eugênio, os profissionais da educação têm um
papel decisivo na formação de outros profissionais e influenciam direta e
indiretamente a dinâmica do mercado de trabalho. “Os dados revelam o espaço que
esses profissionais têm no mercado brasileiro, em especial as mulheres, que são
a grande maioria”, afirma.
No
Brasil, existem 3.294.788 profissionais atuando na área, de acordo com a última
Relação Anual de Informações Sociais (Rais), de 2016. São 3,1 milhões de
professores, 66,5 mil coordenadores pedagógicos, 38,9 mil orientadores
educacionais, 37,2 mil diretores escolares e 27,4 mil supervisores de ensino.
No
primeiro semestre do ano foram criadas 7.149 novas vagas de emprego para
profissionais de educação, segundo o Cadastro Geral de Empregados e
Desempregados (Caged). A ocupação que mais gerou postos de trabalho no período
foi a de professor (6.698), seguida da de coordenador pedagógico (245), orientador
educacional (96) e diretor escolar (83).
Dos
6.698 professores contratados entre janeiro e junho, 4.809 foram mulheres e
1.889 homens. Os melhores desempenhos na contratação desses trabalhadores
ocorreram nos estados de Minas Gerais (963), São Paulo (844) e Bahia (812).
Entre os coordenadores pedagógicos contratados em 2018, as mulheres também
foram maioria com saldo de 195 postos. O estado que mais gerou vagas para esses
profissionais foi o Ceará (51).
São
Paulo foi o estado que mais contratou orientador educacional (63); o Distrito
Federal, diretores escolares (30); e Minas Gerais, supervisores de ensino (13).
Fonte: Assessoria de Imprensa - Ministério do Trabalho


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