ALCOA RENEGOCIA CONTRATO COM ELETRONORTE
Eletronorte para a compra
de energia, com o objetivo de adequá-lo à Medida Provisória (MP) 579,
convertida na Lei 12.783 em 11 de janeiro de 2013. Com o ajuste, a empresa
passa a ter acesso à parte do benefício promovido pela nova lei, que gera uma
redução de 11% no custo da energia.
O acordo garante a
manutenção das operações da Alcoa no Brasil no momento, porém não resgata a
competitividade da indústria do alumínio. “A edição da MP 579 pelo Governo foi
uma medida corajosa e a Alcoa aplaude a iniciativa”, afirma Franklin L. Feder,
presidente da Alcoa América Latina e Caribe. “No entanto, é importante destacar
que o custo de energia no Brasil continua acima da média mundial. Este aspecto,
aliado a outros fatores como o câmbio e o preço do metal, influenciam
diretamente na competitividade das operações no país”.
Com a correção do
contrato, o custo de energia na fábrica de São Luis, que processa a bauxita
minerada em Juruti, no Estado do Pará, ainda está acima da média mundial de US$
40/MWh. A companhia continua buscando alternativas para garantir a
competitividade de suas operações. Outras medidas complementares como, por
exemplo, a alocação de cotas de energia amortizada para o mercado livre e a
solução da questão do prazo de concessão e do licenciamento ambiental de
projetos de geração de energia como Pai Querê e Santa Isabel, podem contribuir
para a sustentabilidade das operações no longo prazo.
A empresa, que fez
investimentos estratégicos consideráveis em projetos de energia nos últimos dez
anos, também faz a sua parte e continuará buscando medidas que permitam
melhoria de processos e que reduzam o consumo de energia em suas operações. A
companhia possui 70% de autosuficiência, com participação acionária em quatro
usinas hidrelétricas: Machadinho, Barra Grande, Serra do Facão e Estreito.
Apesar dos desafios
encontrados nos últimos anos, a Alcoa emprega mais de seis mil pessoas e
proporciona benefícios sociais, ambientais e econômicos nas comunidades em que
está inserida.
Fonte:
Juliana Gatto – Temple Comunicação

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