quinta-feira, 21 de fevereiro de 2019

BOA NOITE!


 Nasceste no lar que precisavas,
Vestiste o corpo físico que merecias,
Moras onde melhor Deus te proporcionou, de acordo com teu adiantamento. Possuis os recursos financeiros coerentes com as tuas necessidades, nem mais, nem menos, mas o justo para as tuas lutas terrenas.
Teu ambiente de trabalho é o que elegeste espontaneamente para a tua realização. Teus parentes, amigos são as almas que atraístes, com tua própria afinidade. Portanto, teu destino está constantemente sob teu controle.
Tu escolhes, recolhes, eleges, atrais, buscas, expulsas, modificas tudo aquilo que te rodeia a existência. Teus pensamentos e vontades são a chave de teus atos e atitudes... São as fontes de atração e repulsão na tua jornada vivência.
Não reclames nem te faças de vítima. Antes de tudo, analisa e observa. A mudança está em tuas mãos. Reprograme tua meta, busque o bem e viverás melhor.
“Embora ninguém possa voltar atrás e fazer um novo começo, qualquer um pode começar agora e fazer um novo fim".

 - Francisco Cândido Xavier



SEGURANÇA/PARÁ | SEGUP REFORÇA POLICIAMENTO APÓS EXECUÇÃO DO GORDO DO AURÁ

Depois de baleado, o vereador foi levado para o Pronto Socorro onde faleceu 

A Secretaria de Estado de Segurança Pública e Defesa Social (Segup) informou que está reforçando, desde a tarde desta quinta-feira (21), o policiamento na região onde residia o vereador Deivite Wener Araújo Galvão, mais conhecido como Gordo do Aurá, do município de Ananindeua. Ele foi baleado dentro do carro, no bairro da Pedreira, em Belém.
O policiamento foi reforçado com efetivo da Ronda Tática Metropolitana (Rotam), além das presenças dos comandantes do Comando de Policiamento Regional (CPR) e do 30º Batalhão de Policiamento, reforçando também o efetivo ordinário em toda a região no entorno do bairro onde morava o vereador, desde que a morte dele foi confirmada.
Após a morte dele, informações sobre toque de recolher circularam nas redes sociais, gerando medo na população.
A Segup ressalta que, por se tratar de agente público, que ocupava o cargo de vereador, o crime já está sendo investigado pela Delegacia de Homicídios de Agentes Públicos (DHAP), que preliminarmente atua em diversas linhas de investigação, às quais apontam que o atentado à vítima não está relacionada a nenhuma situação de violência no bairro onde ocorreu o crime, mas que podem estar relacionadas à situações da vida pregressa da vítima, que, como é de conhecimento público, chegou a ser preso anteriormente em operação policial.
A Segup ressaltou ainda que tem reforçado o policiamento ostensivo no Estado, onde, nos primeiros 30 dias de 2019, obteve redução de 30,89%, mantendo a tendência de queda também neste mês de fevereiro, incluindo o bairro da Pedreira, onde em fevereiro ainda não havia sido registrado nenhum homicídio até a ocorrência de hoje tendo como vítima o vereador, que pelas informações preliminares da DHAP, poderia ter sido vítima do mesmo atentado qualquer outro bairro.

Fonte/Foto: DOL/Celso Rodrigues


PROFESSORA ARRECADA MOCHILAS PARA ALUNOS CARENTES EM TERRA SANTA-PA E EVITA EVASÃO ESCOLAR

Eu sua moto, Eila Gimaque vai às comunidades distantes fazer a entrega das mochilas arrecadadas

Eila Gimaque montou a campanha para ajudar famílias que não têm condições de comprar o material escolar completo para os filhos
O amor a profissão e a vontade de fazer crianças não abandonarem a educação escolar levaram uma professora e pedagoga a montar uma campanha solidária em Terra Santa, no oeste do Pará. A iniciativa se deu depois de Eila Gimaque Farias observar o dia a dia dos alunos.
A ação arrecada desde 24 de janeiro mochilas e outros materiais escolares e doa a crianças carentes do município. O principal objetivo é estimular os “pequenos” a irem às aulas, previstas para iniciar na primeira semana de março.
“Meu amor pelos alunos me faz fazer esse trabalho.
— Professora Eila Gimaque”
Professora há 24 anos e, atualmente, trabalhando com turmas multisseriadas na zona rural e educação infantil na área urbana, Eila vê de perto a importância de uma criança ter mochila para levar o material escolar.
“Eu sempre ajudei as crianças com que posso e observo a carência de muitas delas que não têm condições de ter um objeto que para muitos é simples, mas para elas pode ser tudo. Meu amor pelos alunos me faz fazer esse trabalho”, contou.
A iniciativa também serve para que os alunos não se sintam inferiores aos demais que têm uma mochila. A professora contou ainda que dói o coração ao ouvir que crianças não querem ir às aulas porque têm vergonha de não ter onde levar o caderno e o lápis.
Início da campanha
Um final de tarde foi suficiente para que a ideia da campanha surgisse. Eila percebeu que os pais de uma aluna não foram buscá-la na escola, então resolveu levar a estudante em casa, no bairro Cidade Nova.
“Era uma casa humilde, mas a mãe sempre levava ela na escola. Pegava a bicicleta, colocava o bebê de colo e a filha e ia levar para estudar, toda tarde. A minha primeira doação foi para a Natiele por ela não faltar às aulas”, contou Eila.
Foi observando os alunos que a professora percebeu também que a mochila pode ser um estímulo para que os estudantes possam frequentar às aulas. "Se eles têm onde levar o caderno, se sentem mais incentivados a irem à escola", completou.
Como doar?
Não medindo esforços, a professora vai de motocicleta até onde há alguém querendo doar mochila, faz a arrecadação e depois entra em contato com famílias carentes para fazer a entrega.
As doações podem ser comunicadas pelo telefone (93) 99227 3533. É preciso informar o local par entregar das mochilas novas e usas, além de kits escolares completos, e a professora se encarrega de fazer as entregas.
A campanha não tem data para encerrar. As mochilas destinadas às crianças da região ribeirinha serão entregues somente quando as aulas iniciarem.
As boas ações de Eila também ocorrerem em datas comemorativas, como Natal, Páscoa, Dia das Crianças. “De pouquinho em pouquinho a gente faz muito”, finalizou.

Fonte/Foto: Geovane Brito, G1 Santarém — Pará/Arquivo Pessoal



PARÁ: HELDER BARBALHO DISCUTE NA ANEEL UMA MELHOR QUALIDADE DE SERVIÇOS, DIMINUIÇÃO DA TARIFA DE ENERGIA AOS PARAENSES ALÉM DE UMA MAIOR FISCALIZAÇÃO À CELPA


Na última terça feira (19), o Governador do estado, Helder Barbalho, participou de várias reuniões em Brasília, buscando a melhoria da qualidade de vida dos paraense, discutindo inclusive no STF a Lei Kandir que é uma verdadeira aberração contra os paraenses, e outros temas relevantes em outros órgãos, como obtenção de recursos financeiros para alavancar serviços e obras.
Na ANEEL (Agencia Nacional de Energia Elétrica), Helder Barbalho discutiu e mostrou em números a elevada tarifa de energia cobrada pela CELPA dos consumidores paraenses, assim como enfatizou à direção da Agência, a baixa qualidade da energia elétrica ofertada.
No encontro, Helder defendeu que, ao contrário do que foi informado ao órgão regulador federal - que o Pará é um dos estados com a melhor qualidade de energia do Brasil -, a realidade vivenciada pelas famílias paraenses é bem diferente. E, neste sentido, propôs, entre outras pautas, que a Agência de Regulação e Controle de Serviços Púbicos do Estado do Pará (Arcon) passe a fiscalizar o serviço prestado pela Equatorial Energia, antiga Celpa. A conferir.

Fonte/Foto: Naldo Lobo

PARÁ: GOVERNO DEFENDE QUE RECURSOS DE COMPENSAÇÕES POR FERROVIAS FIQUEM NO ESTADO


Em Brasília, o governador Helder Barbalho se reuniu, por volta de 12h30 desta terça-feira (19), com a ministra do Supremo Tribunal Federal (STF), Carmen Lúcia. Ela é relatora da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADIN) 5.991, proposta pela Procuradoria Geral da República e referente à Lei Federal nº 13.448/ 2017, que tornou possível a prorrogação antecipada das concessões nos setores rodoviário, portuário e ferroviário.
O tema da reunião foi justamente a renovação antecipada dos contratos de concessão de ferrovias destinados à Vale, como é o caso da Estrada de Ferro Carajás (EFC), localizada no Pará, e as compensações pela renovação da concessão. Para Helder Barbalho, é inadmissível que esses investimentos sejam levados para outros estados, como o governo federal quer, com a construção de uma nova ferrovia entre Goiás e Mato Grosso, a chamada Ferrovia de Integração do Centro-Oeste (Fico).
“Demonstrei para a ministra o desejo do Governo do Pará de debater o assunto, de discutir o modelo adequado que possa gerir esses recursos. Mas, mais do que isso, deixei claro que não concordamos e não aceitamos que os valores oriundos dessa concessão sejam investidos em outros estados. Queremos que esses recursos venham para o Pará e possam integrar o nosso Estado ao sistema ferroviário nacional, tornando-o mais competitivo e interligando as diferentes regiões do nosso território”, explicou o governador.
A ADIN, com pedido de medida cautelar, posiciona-se contra artigos constitucionais que estabelecem critérios para a prorrogação antecipada de contratos de concessão de ferrovia.
Mosca carambola – Na sequência, o chefe do Executivo estadual esteve em reunião com a ministra da Agricultura, Tereza Cristina, e com o governador do Amapá, Waldez Góes, para discutir ações de combate, controle e erradicação da mosca da carambola nos dois Estados. “Essa foi uma reunião histórica, pois o nosso objetivo é caminhar em conjunto para combater a mosca na fronteira do Pará e Amapá e ajudar a erradicar essa praga que pode dizimar a fruticultura do nosso Estado”, informou o diretor geral da Agência de Defesa Agropecuária do Pará (Adepará), Lucivaldo Lima, que também participou do encontro.
Na ocasião, o governador e os técnicos da Adepará também reafirmaram o seu compromisso para que, em 2020, o Pará seja um Estado livre da febre aftosa, sem vacinação. “A nossa Defesa Agropecuária e o Governo
do Estado estão focados em reestruturar todo o trabalho, para que se possa estabelecer o controle nas barreiras entre os Estados e a campanha venha a ter êxito”, completou Lima.

Fonte/Foto: Elck Oliveira
Governo do Estado do Pará
Secretaria de Estado de Comunicação - SECOM


SOLIDÃO AMAZÔNIDA


Sinceramente, há muito tempo que não via tanta água desabando no inverno amazônico. Remete àqueles relatos fantásticos de Gabriel Garcia Márquez em Cem Anos de Solidão.
Uma chuva incessante, parece que o mundo vai acabar e ela não acaba. Lembro da minha infância em Santarém, antes de construírem o cais e a Av. Tapajós na orla. O rio subia e alagava tudo, podíamos ficar dias e semanas e meses inteiros sem sair de casa porque o aguaceiro era interminável.
Para quem não conhece a Amazônia parece algo inacreditável que aqui os rios sobem durante seis meses e demoram mais seis meses para baixar.
Passadas décadas, os rios continuam transbordando, as várzeas submersas, gente e gado na maromba, e na capital as pessoas que podem fazer algo olham a chuva atrás das janelas e carros e assim fecham os olhos para a desigualdade, a fome, a corrupção, a exploração econômica, a violência urbana e demais situações extremas que deveriam deixar a sociedade indignada, mas todos tocam a vida como se fora tudo um acontecimento cotidiano, banal, um talento que permite levar a vida adiante nos mais inesperados e atrozes cenários. Como diria o grande carpinteiro da escrita, poetas e mendigos, músicos e profetas, guerreiros e canalhas, todas as criaturas desta indomável realidade, temos pedido muito pouco da imaginação. Porque nosso problema crucial tem sido a falta de meios concretos para tornar nossas vidas mais reais.
Este, o cerne da nossa solidão.

Fonte/Foto: Franssinete Florenzano /Alcirema Magalhães

ENTENDA A REFORMA: COMO FICA A APOSENTADORIA DOS PROFESSORES?


As regras atuais não estipulam um tempo mínimo para que a categoria tenha direito a Previdência
A reforma da Previdência apresentada por Jair Bolsonaro, nesta quarta-feira (20), pretende fixar em 60 anos a idade mínima para aposentadoria de professores, tanto para homens quanto para mulheres. As regras atuais não estipulam um tempo mínimo para que a categoria tenha direito à Previdência.
O texto elaborado pela equipe do ministro da Economia, Paulo Guedes, também propõe unificar o tempo de contribuição necessário para a aposentadoria da categoria em 30 anos. Atualmente, a legislação prevê um tempo de contribuição de 25 anos para mulheres e de 30 anos para homens.

Fonte: João Paulo Machado – Agência do Rádio

 

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