NATUREZA: NOVAS FLORES AMAZÔNICAS
A biodiversidade da Amazônia é tão grande que ainda
há todo um mundo desconhecido escondido em recantos da floresta.
O Museu Paraense Emílio Goeldi começa a publicar neste mês revelações sobre 600 espécies vegetais pouco ou nada conhecidas que recobrem as áreas de cangas da Serra de Carajás, no Pará.
Uma delas é a lepidaploa paraensis, que ilustra este post.
Amparado em pesquisas do mesmo museu feitas na década de 1970, o estudo atual reúne mais de 70 botânicos em torno de uma investigação genética fundamental para a recuperação da biodiversidade afetada pela mineração de Carajás.
A descoberta de um recife de corais na foz do Rio Amazonas e, agora, a revelação de centenas de espécies de plantas no sudeste paraense são os reforços mais recentes a favor da preservação da Amazônia. Tanto pelo que sabemos, quanto pelo que desconhecemos.
O Museu Paraense Emílio Goeldi começa a publicar neste mês revelações sobre 600 espécies vegetais pouco ou nada conhecidas que recobrem as áreas de cangas da Serra de Carajás, no Pará.
Uma delas é a lepidaploa paraensis, que ilustra este post.
Amparado em pesquisas do mesmo museu feitas na década de 1970, o estudo atual reúne mais de 70 botânicos em torno de uma investigação genética fundamental para a recuperação da biodiversidade afetada pela mineração de Carajás.
A descoberta de um recife de corais na foz do Rio Amazonas e, agora, a revelação de centenas de espécies de plantas no sudeste paraense são os reforços mais recentes a favor da preservação da Amazônia. Tanto pelo que sabemos, quanto pelo que desconhecemos.
Via: Estadão
Foto: Pedro Viana
Saiba mais: bit.ly/2nFpear
#AmazôniaViva #DefendaosCoraisdaAmazônia #Carajás #XinguVivo #TapajósLivre #CadaGotaConta
Foto: Pedro Viana
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